(Source: amargar, via doce-inverno)

Quem entrou e depois saiu do meu coração deixou rastros, que o tempo não apagou e por isso as ausências têm nome de saudade, ocupando lugar tão extenso dentro de mim que chego a me perder. A saudade é um fardo pesado que a gente carrega no peito. É querer o que se sabe impossível obter, é desejo de retomar o que não volta mais, é vontade de tornar a ver o que não se enxerga. É tentar, inutilmente, o resgate do passado, é buscar viver de novo o que se experimentou de melhor. A saudade é uma saudação a um momento de prazer já vivido por nós. Por isso só se tem saudade do que se viveu. A saudade é testemunha do quanto amamos uma pessoa e do bem-estar que sentimos em um dado momento. A saudade é alcançar com o coração o que não se pode tocar com a mão. É ter perto quem não está junto. É reter conosco o que não podemos possuir. A saudade é a presença intensa de quem se ausenta e do que não se tem mais. É a súplica silenciosa do sentimento. A saudade existe no presente. Aqui e agora, no vazio que se alastra sem que nada preencha. A saudade é saudável, porque temos certeza que experimentamos a felicidade. A saudade é uma saudação às pessoas com as quais fomos felizes e que tivemos momentos inesquecíveis. A saudade é um pedaço da nossa existência, que trazemos vivo em nós e que não queremos esquecer ao longo da caminhada. Saudade, do tempo de criança, quando corríamos pelo parque, com os cabelos ao vento, e de mãos dadas com nossos pais. Saudade de receber comida na boca, dos velhos tempos… saudade também, daquele que te deixou quando você mais precisou, ou até mesmo daquele momento especial no qual você teve que se habituar que não voltaria mais… saudade dos antigos abraços, dos melhores beijos, carinhos, e amaços. Saudades de um passado, que quase ninguém consegue esquecer. Saudades, que se deriva de nostalgia… Memórias constantes influndidas em uma só cabeça, ligada ao mesmo tempo, ao coração. Mas precisamos entender que tudo passa, tudo chega ao termino, até mesmo nós que somos relis mortais, e temos um fim. Sentir saudade, é bom, quando está no limite certo. A partir do momento que chora, que se prende demais aquilo que se passou, não é proveitosa. Porque apesar de toda essa nostalgia fazer parte de nossa história, e sabemos que faz parte sim, por mais que queiramos esquecer tal momentos, e tal pessoas… tudo no fim, vai ser escrito em um roteiro baseado em sua vida, experiências, e memórias… No entanto, pormais belo que seja aquilo que já vivemos e que guardamos conosco, não podemos viver apenas de saudade eternamente. Se não vivermos completamente o tempo de hoje não construiremos lembranças das quais possamos ter saudade amanhã. Vivamos, pois, também o agora ou a nossa trajetória se limitará a um fragmento que mora no passado. O melhor que se pode fazer para homenagear a saudade é ser feliz de novo. E ser feliz é o modo mais bonito de saudar a vida. Kaah and Vic (desnorteadas)
(via eu-quero-so-vocee)

Eu sinto ciúmes, muito ciúmes. Então se é meu não toca, não olha e não chega perto.
(Source: jeniferbertoldi, via prince-disenchanted)
(Source: reinventado, via threwords)
(Source: utopia-69, via sociedadedospoetasmortos)

“O amor é maior que a pressão para ser perfeito.” Existe muita pressão para alcançarmos padrões impossíveis. Para parecer bonito, ser inteligente, ser magro, talentoso e popular. E muito de nós sentem que temos que ser tudo para todos. Mas não precisa ser dessa forma. Quando a pressão de ser perfeito é demais, encontre um hobbie. Se você está passando por um momento difícil, lembre-se que você não está sozinho! Você pode procurar ajuda e você pode se sentir melhor. Demi Lovato.
(via contigotodo)